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Resonance muda A Plague Tale com ação e duas linhas do tempo

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Resonance: A Plague Tale Legacy ganhou um novo gameplay cheio de ação e revelou melhor como será essa nova fase da franquia criada pela Asobo Studio. O jogo chega em 27 de agosto de 2026 para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC, com lançamento no Xbox Game Pass no primeiro dia.

Diferente dos jogos anteriores, que tinham um foco muito forte em furtividade, tensão e sobrevivência, Resonance parece seguir um caminho mais direto, com combate corpo a corpo, exploração, puzzles elaborados e uma estrutura que mistura duas linhas do tempo.

A nova aventura acompanha Sophia, personagem conhecida de A Plague Tale: Requiem, em uma história ambientada cerca de 15 anos antes dos eventos principais da saga. Agora, ela assume o protagonismo em uma jornada ligada ao seu passado, à Ilha do Minotauro e aos mistérios da Macula.

A proposta é clara: expandir o universo de A Plague Tale sem repetir exatamente a mesma fórmula de Amicia e Hugo. E, pelo que foi mostrado, a Asobo quer entregar algo mais aventureiro, mais físico e mais agressivo.

Resonance chega em agosto de 2026

Resonance: A Plague Tale Legacy será lançado em 27 de agosto de 2026.

O jogo estará disponível para PS5, Xbox Series X|S e PC, com versões para Steam e Epic Games Store.

No ecossistema Xbox, o título também chegará diretamente ao Xbox Game Pass no dia do lançamento. Além disso, terá suporte ao Xbox Play Anywhere, permitindo jogar no console e no PC sem custo adicional dentro do sistema da Microsoft.

As pré-vendas já estão disponíveis, e quem reservar o jogo recebe o pacote de DLC Heritage Pack.

Uma prequel focada em Sophia

O grande diferencial de Resonance é colocar Sophia no centro da história.

Nos jogos anteriores, ela apareceu como uma personagem importante em A Plague Tale: Requiem. Agora, o novo jogo volta no tempo para mostrar sua juventude, suas origens e os acontecimentos que ajudaram a formar a contrabandista que os fãs conheceram depois.

A trama mostra Sophia como uma jovem saqueadora feroz, determinada a descobrir os segredos do próprio passado enquanto foge de inimigos e enfrenta provações em uma ilha misteriosa.

Essa escolha muda bastante o tom da experiência. Sophia não é uma protagonista indefesa. Ela sabe lutar, improvisar e sobreviver.


Sophia cresceu em meio à violência

Segundo detalhes publicados no Xbox Wire, Sophia aprendeu desde cedo a lutar e sobreviver.

A personagem foi criada dentro de uma das gangues mais temidas de Veneza, participando de batalhas e expedições de pilhagem ainda jovem.

Com o tempo, ela se tornou uma das combatentes mais fortes do grupo, desenvolvendo um estilo de luta baseado em agilidade, precisão, determinação e adaptação.

Esse passado explica por que o gameplay de Resonance é tão diferente dos jogos anteriores da franquia. A protagonista foi construída para o confronto direto.

Combate troca furtividade por ação direta

Enquanto A Plague Tale: Innocence e A Plague Tale: Requiem tinham personagens que não eram lutadores por natureza, Resonance muda essa lógica.

A Asobo Studio afirma que construir um jogo em torno de Sophia permitiu criar um sistema de combate mais direto, dinâmico e impactante.

No gameplay, é possível ver confrontos contra vários inimigos ao mesmo tempo, ataques corpo a corpo, esquivas, contra-ataques, travessia mais movimentada e uma protagonista muito mais ofensiva.

Isso não significa que o jogo virou apenas pancadaria. A ideia parece ser misturar ação, exploração, puzzles e tensão dentro de uma nova abordagem para o universo de A Plague Tale.

Parry, golpes fortes e reflexos rápidos

O combate de Sophia deve exigir reflexos rápidos e leitura dos inimigos.

A descrição oficial menciona que o jogador precisará usar agilidade, truques e bons reflexos para sobreviver aos encontros.

Entre as mecânicas destacadas estão parries, golpes poderosos e ataques capazes de abrir espaço contra grupos de adversários.

Os previews também apontam que Sophia pode usar o ambiente a seu favor, empurrando inimigos, aproveitando aberturas e transformando cada confronto em uma troca mais física e reativa.

Duas linhas do tempo mudam a experiência

Um dos pontos mais interessantes de Resonance: A Plague Tale Legacy é a presença de duas linhas do tempo.

O jogador acompanha Sophia na Idade Média, mas também terá contato com a antiga era minoica, ligada aos mitos, às ruínas e aos segredos da Ilha do Minotauro.

Essa estrutura permite que acontecimentos do passado ecoem no presente, criando uma ligação entre Sophia e figuras antigas, como Theseus.

Segundo os detalhes publicados, essas conexões não serão apenas narrativas. Elas também podem influenciar combates, puzzles e a forma como o jogador entende a ilha.

Theseus aparece como parte do mistério

Durante a prévia da GamesRadar+, uma das partes mais chamativas envolve uma sequência em que o jogador assume o controle de Theseus.

A cena se passa em uma arena antiga, com combate diante de uma plateia, conectando o mito do Minotauro à jornada de Sophia.

Essa parte ajuda a reforçar a ideia de que Resonance não quer contar apenas uma aventura medieval comum. O jogo mistura história, mito e fantasia dentro de um mesmo mistério.

A ligação entre Sophia e Theseus parece ser uma das grandes chaves da narrativa.

Fala da equipe reforça a nova direção

Em entrevista à GamesRadar+, o produtor sênior Eric Chort comparou o novo tom do jogo com aventuras mais arqueológicas e cheias de exploração.

“A gente ama Uncharted e Tomb Raider. Acho que estamos mais nessa direção.”

Essa fala ajuda a entender a mudança de proposta. Resonance ainda pertence ao universo de A Plague Tale, mas parece mirar uma experiência mais aventureira, com ruínas antigas, tesouros, puzzles e combates mais presentes.

É uma mudança grande, mas não parece feita de qualquer jeito. A Asobo está tentando expandir a franquia sem abandonar seus temas de mistério, tensão e narrativa emocional.

Ilha do Minotauro será o grande cenário

Embora Veneza faça parte da origem de Sophia, o principal cenário de Resonance será a Ilha do Minotauro.

Sophia é forçada a deixar para trás tudo o que conhece e parte rumo à ilha acompanhada de Leni, sua amiga mais próxima.

Desde muito cedo, Sophia é assombrada por visões de uma era antiga. Suas memórias são fragmentadas, mas ela sente que algo, ou talvez alguém, a espera naquele lugar.

A jornada pela ilha deve responder por que Sophia está ligada a esse local, qual papel ela precisa desempenhar e que verdade está escondida por trás do mito.

Leni acompanha Sophia na jornada

Leni será a companheira de Sophia durante a aventura.

Nos trechos mostrados e descritos nos previews, as duas exploram ruínas, enfrentam perigos e seguem pistas deixadas em um diário.

A presença de Leni ajuda a manter uma marca importante de A Plague Tale: personagens que avançam juntos em situações extremas.

Mesmo com mais ação, Resonance ainda parece valorizar relações humanas e diálogos durante a exploração.

Puzzles serão mais elaborados

Os puzzles também parecem ter ganhado um papel mais forte.

A Asobo afirma que quis repensar a exploração e fazer com que a ilha parecesse um labirinto sem fim, cheio de caminhos escondidos, segredos esquecidos e mistérios esperando para serem revelados.

Segundo a PC Gamer, o jogo terá puzzles usando uma esfera minoica roubada, capaz de manipular a luz dentro de estruturas ligadas a Daedalus.

Na prática, isso deve criar desafios baseados em feixes de luz, símbolos, mecanismos antigos e leitura do ambiente.

Diário ajuda sem entregar tudo

Outro detalhe interessante é o uso de um diário para guiar o jogador.

A GamesRadar+ descreve que o diário funciona de forma parecida com aventuras de exploração, ajudando a lembrar parâmetros dos puzzles e pistas importantes.

A companheira também pode oferecer dicas, mas apenas quando o jogador solicitar.

Esse detalhe é importante porque evita aquele problema de jogos modernos em que personagens entregam a solução do puzzle antes mesmo de o jogador tentar pensar.

Macula continua no centro da mitologia

Mesmo mudando bastante o tom, Resonance ainda está profundamente ligado à mitologia de A Plague Tale.

A história promete expandir o legado da Macula, a maldição ancestral que marcou os jogos anteriores.

Desta vez, porém, a manifestação dessa ameaça parece diferente. A Asobo fala em uma presença misteriosa escondida nas sombras, ligada ao mito e capaz de ressoar com os acontecimentos da ilha.

Isso sugere que o jogo pode explorar a Macula de um jeito novo, sem depender exatamente das mesmas imagens dos títulos anteriores.

Onde estão os ratos?

Uma das perguntas que mais apareceu depois dos trailers foi simples: cadê os ratos?

Os jogos anteriores ficaram muito marcados pelas hordas de ratos, que funcionavam como ameaça, símbolo visual e parte essencial da identidade da franquia.

Em Resonance, os ratos não parecem ser o foco dos materiais mostrados até agora.

Isso não quer dizer que a ameaça sobrenatural desapareceu. Pelo contrário: o jogo fala em uma presença inquietante, uma criatura por trás do mito e uma maldição enterrada há muito tempo.

Uma presença persegue Sophia

A descrição oficial também menciona uma presença inquieta que vive nas sombras da ilha.

Essa ameaça parece acompanhar Sophia, conhecer seus movimentos e caçá-la pelas profundezas do local.

A mensagem é clara: cada passo será arriscado, e o jogador não poderá simplesmente parar e esperar. Será preciso se esconder, enganar, reagir e continuar avançando.

Essa ideia mantém a tensão característica de A Plague Tale, mesmo com uma protagonista mais preparada para o combate.

Inspiração em Uncharted e Tomb Raider

Os previews apontam que Resonance se aproxima mais de aventuras como Uncharted e Tomb Raider do que dos jogos anteriores da própria franquia.

Isso aparece na exploração de ruínas, no clima de caça a tesouros, nos puzzles ambientais e na presença de uma protagonista mais capaz fisicamente.

Ao mesmo tempo, a ambientação mediterrânea, a ligação com mitologia antiga e a presença de duas linhas do tempo também lembram uma pegada mais próxima de aventuras históricas.

Essa mudança pode afastar quem queria uma continuação direta de Amicia e Hugo, mas também pode atrair jogadores que gostam de ação, exploração e mistério arqueológico.

Combate teve referências fortes

A GamesRadar+ também destacou que a equipe estudou vários jogos de combate para construir o sistema de Sophia.

Entre as referências citadas estão jogos como Ghost of Tsushima, além de inspirações em ações improvisadas vistas em títulos como Sifu.

Isso aparece em ideias como pegar objetos do cenário para atacar inimigos, usar o ambiente contra adversários e criar confrontos mais dinâmicos.

Para a Asobo, essa é uma mudança importante, já que combate corpo a corpo mais direto é uma área nova para o estúdio dentro da franquia.

Ação sem abandonar mistério e emoção

Apesar da mudança para uma experiência mais focada em ação, a Asobo reforça que Resonance continua enraizado no mistério, na tensão e na narrativa emocional.

Essa combinação é essencial para que o jogo ainda pareça parte do universo de A Plague Tale.

Afinal, a franquia nunca foi apenas sobre fugir de inimigos ou resolver puzzles. Ela também sempre teve um forte peso emocional, personagens marcantes e uma sensação constante de fragilidade diante de forças muito maiores.

Com Sophia, essa fragilidade muda de forma. Ela é mais forte, mas ainda está presa a um mistério que não entende completamente.

Trilha sonora terá Olivier Derivière

A música também continua sendo uma parte importante da experiência.

A Focus Entertainment confirmou que Olivier Derivière, compositor reconhecido por seu trabalho em trilhas intensas e emocionais, está ligado à trilha sonora de Resonance: A Plague Tale Legacy.

Mais detalhes sobre a OST serão revelados futuramente.

Considerando a força musical dos jogos anteriores da série, esse é um ponto que muitos fãs devem acompanhar com atenção.

Um novo começo para A Plague Tale

Resonance: A Plague Tale Legacy parece funcionar como uma expansão ousada da franquia.

Ele mantém elementos conhecidos, como a Macula, a tensão, o peso emocional e o universo medieval, mas muda a protagonista, o cenário, o ritmo e o estilo de gameplay.

Em vez de repetir Amicia e Hugo, a Asobo escolheu Sophia para abrir uma nova porta dentro desse mundo.

Isso pode ser exatamente o que a série precisava depois de dois jogos emocionalmente pesados e muito focados em sobrevivência.

Resonance chega em 27 de agosto

Resonance: A Plague Tale Legacy chega em 27 de agosto de 2026 para PlayStation 5, Xbox Series X|S e PC.

No PC, o jogo estará disponível via Steam e Epic Games Store. No Xbox, chega no primeiro dia ao Game Pass e terá suporte ao Xbox Play Anywhere.

Com Sophia no papel principal, combate mais direto, puzzles com luz, duas linhas do tempo, mitologia minoica e uma nova manifestação da Macula, o jogo promete ser uma das mudanças mais ousadas da franquia A Plague Tale.

Agora, resta saber se essa nova direção vai conquistar os fãs antigos e, ao mesmo tempo, abrir a saga para um público ainda maior.

Fontes oficiais: Focus Entertainment e Xbox Wire.

Fontes de gameplay: GamesRadar+ e PC Gamer.

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